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October 12 Hoje me deu vontade de escrever isso. Uns falaram que me auto-puno nesse poema... tb despertou sentimentos de medo... Mas escrevo como eu me sinto e tava assim!Apenas mais uma noite negra
Dedos ávidos tocam esse piano imaginário que compõe tua música. Unhas negras passeiam pelo lábio cortado pelo frio... Mas nem o vento continua a soprar... Coração congela, mais uma vez... Desejo insano, cortado... Palavras duras e feras... Sequer sentia? Lágrimas ainda dançam na alma, sem jamais escorrer... E era para ser assim? A culpa é apenas minha? Como acontece? Num sonho anjos me cantam a realidade... Mas ela nunca aparece... Pois sempre termina pesadelo... Nunca tem fim. E as linhas tortuosas que dividem a sua sanidade se soltam... Para onde olhar agora? Para onde correr? E cantaste em sonho o meu medo? Mas era tudo tão ilusório... E quem começou a jogar assim? Pele rasgada, punição ideal. E a estrela já não pode te nortear e querias teu brilho? Talvez seja outro sonho de medo... Ou nada disso seja real. E me pedes o fim de algo sobre o qual não há controle... E perco a sanidade e a lucidez, perdi a ti, doce anjo de meu cantar. Nunca vai dar certo... Nunca será real... Mas vês, não te peço realidade, apenas o cintilar dessa ilusão. Não te peço a vida nem a alma que roubaste... Só te peço a verdade... E a pureza de um amor vago... Desiludido... Dói tanto. E querias que fosse assim? Como outra adaga na chaga aberta? E o sorriso tímido escondido entre os cabelos que ainda teimam em cair... Face encoberta que mostra uma mente de mistérios... Tão solitário. E a música se compõe mais forte agora... Como em uma destruição! Ah! Melodia intensa leva ao prazer extremo... E fecha os olhos... Toca mais rápido... Teclas soam fortes como seu coração! E alguma vez a batida dele se alterou? Frieza nesse olhar pálido! Em uma lembrança talvez de outra vida... Mas está muito distante, escuta! A onda bate outra vez... Aliteração no alterar de tua alternância, interna... Mais um poema de dor, ou mais uma música de melodia fraca... Só conhecida por aqueles que encaram a morte, com medo... Tenho medo! E sua voz não canta mais, porque ela podou a maior realidade... Não sinto mais... Não quero mais sentir... Olha lá hein?! Ode ao teu desprezo... Só mais uma vez, em versos de confissão tola. E é noite outra vez... Mas faz barulho outra vez... Tampe os ouvidos e tente ouvir o ar entrar em seu pulmão... Bate! Solta... Oco! Escute a música da solidão... Com a voz mais doce para te ninar! Sempre será assim... Sangra... Corrói... Arde... Mas é só seu medo outra vez... Medo de ouvir ou de viver? Medo de estar ou de querer? E controla o desejo como uma marionete de papel... A faca não machuca. E o poeta só chora no poema... Teclas brancas não brincam mais... Suor! Cansado da música... Muito forte... Muito barulho... Pise com mais força... Destrói o piano... Caído sobre as teclas, chora... Noite negra! Amar negro, doença negra... Lábios negros... Apenas sangram... E me conta a verdade no sonho de hoje... Faz-me lembrar... E destrói a dor... Apenas mais uma noite negra! 12/10/2005 (01:09)
August 09 Esse poema eu escrevi para um amigo meu que costuma elogiar muito o que eu escrevo... Brigadinha Luís! Eu sempre pensei que valeria a pena mostrar tudo o que eu sinto se alguém mais se identificasse... Obrigada mesmo!Dualidade
Olhos perdidos em um ponto que ninguém consegue ver. Lábios tímidos murmuram palavras incompreensíveis, O que te leva ao ódio extremo? O que te faz queimar? E a alma em queda livre busca esconderijo na dor.
Eis que o pássaro, enjaulado, bate as asas nas hastes de metal, Firme, fixo, frio, férrico... Aro que machuca até sangrar. E a porta da liberdade sempre esteve aberta. Não há chave! Mas a sua liberdade está no confinamento, imaginário... Sua tortura!
Contemple as estrelas sem brilhos, que sequer são estrelas! Outra vez o anjo morto se decai por palavras feras, gritos de horror ecoam. Encontra o senso de gritos mudos no abandono de si próprio, Em uma fuga na qual manipula teu próprio ser... Essa é você!
Vozes sussurram em teus ouvidos palavras doces e mórbidas... Sozinha e confusa, ainda finge não escutá-las? Estrada para o fim! E tão falsa... Nada do que você sente é real... Poetisa da ilusão. Firme, forte e fosca... Nem sabe mais quem és tu!
Dualidade dentro de si... Onde foi que você se perdeu? Batalha entre algo que você mesmo criou... Sua dor... Pulsa e sangra! A realidade e o sonho machucam algo que você nem entende o que é, Lágrimas de sangue mancham o vestido alvo da tua alma impura.
Desejo do fim que irá te salvar! A destruição te excita. O sangue escorre mais uma vez... Sangue covarde, colhido com beijos. Qual teu maior medo... O teu confinamento ou tua liberdade? E nesse prazer sádico lambe o sangue que jorra de teus pulsos... Desejo!
Unhas negras mancham-se com a acidez de teu chorar calado. Fere teu próprio rosto para esconder a chaga da tua alma. E torna doce o teu beijo mais falso... Torna-o tão doce quanto teu sangrar. Ode a hipocrisia... Cada vez que manipula um sentir diferente.
Sorri agora, com o medo que te envaidece, a mentira que te afaga! Sorri com a faca escondida nas costas e o pulso cortado. Sorri no teu último momento de dor – prazer, puro prazer. Sorri e continua teus sonhos, doce anjo decaído!
Gabriela Rampazzo 26/07/05 (21:27) July 28 Poema não postado como foi escrito inicialmente, mas como foi recitado, pois só com a tua doce voz, anjo meu, ele pode ser perfeito... E em versos faço-te a mais pura declaração... Te amo!Últimos Cantos
Doce poeta despertaste meu cantar com teu amor. Por que juraste teu amor se sabias que eu era impura... Se sabias que eu era imperfeita? Fiz-te meu anjo para te roubar para mim, apenas para mim... Mas sei que jamais podias me pertencer... Liberto teu espírito! Feras palavras rasgam meu peito agora... Dói pensar em ti. Saber que te perdi me faz chorar, de novo... Escutas o meu respirar? Grito ao mundo que és o mestre da minha ilusão – e és real? Use o meu amor que só pode ser teu, anjo bom... Que só pode pertencer a quem entreguei meu coração para sempre! E me dôo a ti cada vez que confesso que te amo, em segredo. Mas hoje o pranto rasga a face que queria apenas tocar a tua... Mordo até sangrar os lábios que ardem por encontrar os teus... E o frio de um corpo que clama por estar junto ao teu... Eis a escuridão, a sombra de uma alma perdida sem ti! Ah! Amaldiçôo a névoa desse dia tão frio... Dia frio... Dia de solidão. Eternidade para te encontrar... Segundos para te perder... Qual a verdade em sua alma? Quais segredos ela me esconde? Doce namorado, a chaga de um amor insensato destrói minha alma agora... Apenas tens que ir! Porque já não sabes como viver... Sem escolha... E então vais embora! Deixa-me chorar de amor na madrugada fria... A mesma que me fez te amar. Mas não posso te esquecer! És parte de mim agora... Preciso de ti! Entre segredos contados, te fiz meu anjo secreto... Fica comigo? Ainda recitas a oração que me faz chorar... Canta para mim! E porque te ouvir assim de perto quase me destrói? A alma parece leve? O que levaste com tua partida? E não ouso mais clamar teu nome, em sonhos que segredei a ti! Procuro o abrigo do teu amor no tom da tua voz... Aqueço a esperança de um dia estar ao teu lado no calor do teu sorriso... Enquanto morro por escutar-te dizer que me ama – baixinho... E ah! Tão perto que sinto teu respirar em minha nuca... Desejo-te! Mas por que não seca as lágrimas que caem agora? Chorar por ti, por teu amor que não pode me pertencer. Estou com medo agora! Por que não pode estar aqui?! E selar esse amor profundo com um beijo roubado... Puro como tu. E eis que gemendo baixinho temo te perder – Não vá, não agora! O medo faz ficar escuro! Preciso da tua luz, anjo meu! O medo de doer... Mas como já dói! Dá-me tua mão e me abraça, pois só assim me sinto viva! E eis que ressurge meu sonho de te vigiar dormindo... Velar teu sono e te fazer carinho... Devagar, para que não acordes! Beijar tua face... Tua boca... Teu pescoço... Tua nuca... Deitar sobre o teu peito a observar estrelas... Apenas nós dois e o céu! E te ouvir contar histórias lindas, só para mim! Fazer-te acordar com cócegas e ver teu sorriso que me faz delirar. Tua cara de sono a esfregar os olhos... És meu sonho! É então que o luar me desperta com seu feixe de luz roubado! E sei que não te terei ao meu lado... E é então que o tempo pára! Mas ele não passa sem ti! Quero-te! E tens os últimos versos de um amor que o poeta entregou apenas a ti! Dorme agora anjo amado... Para sempre vou te adorar! Deixa-me sempre secar tuas lágrimas doces... Para sempre vou te querer! Deixa-me te roubar para mim... Para sempre vou te amar! Eu te amo!
Gabriela Rampazzo 26/09/2005 (00:20) July 06 Poema de um dia em q eu estava muito, mas muito brava... É triste pensar em ilusão, mas ela é a real guia... axo =O*Unha na pele, faca na ilusão
O cabelo esconde os olhos, que ainda, sem lágrimas, choram. Outra vez a mesma dor? A ferida que nunca fecha... A chaga eterna de uma mente corrompida por algo ao qual você se condenou. Outra vez o mesmo erro, o mesmo grito mudo e cego. Mas nem se ouve ela chorar... Desespero! Dói, dói e sangra outra vez... A dor nunca passou! E senta outra vez num canto escuro de sua mente. Perda do controle! Pára! Uma voz ecoa da alma negra... é tudo que sempre se quis falar! Mas estou com medo? E agora, não há volta! Argumentação... Ela é boa nisso, mas você sabe até onde dói. Outra ferida aberta... Voar ao passado apenas para julgar! Mas não se deve julgar ninguém, essa é sua história! Não agüento mais... Outra verdade imposta com o dedo em riste! Essa é sua verdade e se torna eterna quando ela se cega. Olhos fechados! Saia daqui! Preciso ficar sozinha. Palavras como facas afiadas apunhalam suas costas e sua face! Dê a cara a tapas pela hipocrisia que você criou. Ela é apenas sua! O seu escudo de proteção tornou-se fraco... Mas a realidade te seduz! Não! Não quero ser sedada... Preciso sentir cada horror nas palavras. Pílulas que te deixam alegre, mas você não sente o sangue pulsar. Não sente a dor em gritos ásperos, não sente sua alma dilacerar. Unhas afiadas rasgam a carne. Ela não agüenta a dor interna. Sinta seu braço sangrar para se livrar de uma culpa que não é sua! E acaricie-o para amenizar a dor de um abraço nunca recebido. Carência? Afeto que nunca foi dado, recebido... Ela não sabe amar! Sonha com um mundo surreal. Mas a verdade a assombra! Fantasmas de um passado que nunca existiu rondam agora. E a sua voz tão fraca cessa de medo. Medo de nunca parar. Pele rasgada... Esconda o sangue em um poema. Segrede-o apenas a uma folha de papel alva e seca. Pura para que a impureza de seu sangue seja limpa. Seca para que lágrimas de cristal a manchem em sua queda brusca! Não se ouve mais o cantar de um anjo à noite! Ele apenas calou desejos insanos em um beijo imaginário! Escuta-te a voz num sonho... Dizendo adeus sem partir! Gabriela Rampazzo 26/03/2005 (03:02) June 14 Um poema que eu curti até... Sei lá, as vezes é escrever para desabafar... Principalmente quando você se sente sozinha...=O*Hipócrita
Palavras escritas em folhas em branco parecem demonstrar a força Força de um sentimento descomunal, de uma raiva inflamada. Mas qual a chaga real de uma poetisa, hipócrita por opção? Que chora a cada mentira contada como se ela pudesse te salvar.
Coração doce como o mais puro mel. Mas perigoso como uma adaga afiada e pronta para atacar. Qual a intenção real? Seria o choque? Ou talvez outro jogo? Reais palavras de um amor que jamais existiu.
Coração de gelo, amor congelado. Quando começou essa manipulação? Quando você percebeu? Nenhum dos sentimentos de ódio pode ser real, a indiferença apenas. Não se pode odiar se não existe o amor, só antônimos existem.
Poeta não corrompa mais uma mente que é pura e nova. Menina, pare de ser o que não é, mate a estrela negra. Mate a estrela negra, que jamais existiu. Criada apenas para a manipulação e que usa a sua força como prêmio.
O anjo decaído que se esconde por detrás de asas que você destruiu O único anjo que existe em sua alma, eis que ele era real. Mas a estrela o corrompe e você não pode ser mais apenas ele. Destrua a sua estrela e chore lágrimas sentimentais outra vez.
Lábios se ressecam por palavras ásperas que soam como gritos. Mas as mãos não cessam de mais uma hipocrisia, mais mentiras. Aniquilam o anjo preso na sua alma enfraquecida, você se prendeu. A alma está escura pelas partes mais azuis de palavras em sangue.
Rasgue a culpa com as unhas afiadas que te dominaram outra vez. Ria de um passado que nunca foi seu, você apenas simulou. Para que mais uma manipulação sem razão? Qual seu motivo? Apenas a desculpa de um caixão no lugar do coração e alma de mortalha.
Ninguém pode vê-la chorar em seu canto secreto. Rastejando num chão coberto por cacos de vidro transparente. O vidro sujo de um sangue que jamais escorreu, um sangue puro. A verdade de uma busca que ainda não começou, mas se mostra forte.
Alguém poderia entender o sofrer de uma alma que não sofre, mas simula. Se o sofrimento apenas fosse explicito em palavras e não atos imaginários. A poetisa se tornou a sua primeira realidade e você começou a fingir. A hipocrisia domina sua vontade e nada do que você pode escrever é real!
06/02/2005 15:17
June 04 Para comemorar o aniversário do Edu, meu querido amigo de Portugal, aki vai uma poesia DELE!! Apesar de ele ser um dos melhores poetas q eu já vi, ele não se acha bom... Edu, feliz aniversário... Beijos da tua fã brasileirinha! =O*Viagem alucinante Por paisagens tenebrosas
Luzes trepidantes ladeiam a tua fuga desenfreada de ti próprio, de dentro de ti para o mundo alterado que te enleia; Os suspiros sussurrados aos teus ouvidos serão gargalhadas irónicas? Ou choros descomedidos? Palavras amigas ou armadilhas encobertas?
O cenário desfaz-se em farrapos, os farrapos em linhas E as linhas serão caminhos? Um caminho que te conduza... lá?
E se perguntares aos outros actores? Será que se esquecem alguma vez do seu papel? Afinal também tu, perante o espelho, adivinhas também a tua máscara, Sorridente, chorosa, surpreendida Falsa como tu Como o teu papel e como as palavras.
Acorda e... Esquece!
(Por um momento esqueceste o guião Mais uma “gaffe” e convidar-te-ão amavelmente a retirares-te Do Teatro). May 21 O que fazer quando quem a gente quer não pode estar ao nosso lado... Ou quando esse alguém apenas desiste? Lágrimas rasgam a face, machucam demais... A alma vai sangrar para sempre, mas o amor é sincero demais... Apenas sincero demais e tem q voar... =O*Ao meu lado
Povoe meus sonhos com tua imagem hermética Roube todo minha alma com teu beijo puro e secreto Faça de meu coração a morada do teu amor incondicional Mas não posso tocar sua face angelical A distância nos separa com a ferocidade de um adeus Você não pode estar aqui ao meu lado! Você não deve estar aqui ao meu lado! Tenho um coração perigoso, que fere aquilo que mais ama. Não posso abraçar seu corpo sob a noite estrelada Você não quer estar aqui ao meu lado? Você morreria apenas por estar ao meu lado. Mas eis que dentro de meus sonhos posso amar a ti Em segredo, entre beijos secretos, oníricos. Nasce esse amor sincero e feroz, que me domina Na forma sonhada por Eros, pura e limpa Amor irrealizável, pois não posso te roubar para mim. Você nunca poderá estar aqui! Você é feito de sonho, de ilusão. Sei da dor de se iludir em um amor proibido, Mas te quero mesmo assim, apenas para mim. Você não pode ficar mais aqui, meu coração sangra. Você não quer estar aqui, seu coração foge. Então preencha a minha alma com tua historia de ilusão Engane minha coração com esse amor secreto Proteja-me dos perigos do meu coração Segrede-me seu beijo mais doce E sejas para sempre meu, apenas meu.
21/05/2005 (03:19) May 17 Bom, mais um poema novo... Esse fala de amor... Mas é um amor irrealizável e secreto e, por isso, é triste! Eis a resposta à mais bela das orações! =O*Madrugada fria
Ávido por toques que não podes receber, delira em sonhos proibidos, Sonhas com o anjo que fizeste teu, em orações secretas. Insano poeta, desperta meus sonhos de menina com teu cantar. E aquece minhas noites ta geladas apenas com tua voz, Doce, calma... Apenas linda! A voz que me faz ninar. Clamo teu nome em meus sonhos... Mas podes voar até meu leito? Sentir meu respirar, tão profundo (como ouves sem querer), E profanar o beijo puro de lábios que ardem por se encontrar? Apenas fecha os olhos, anjo meu, e escuta o meu cantar... Imagina-o sussurrado em teu ouvido, baixinho, quase como um sopro, Que toca teu coração e arrepia teu corpo, como um toque de carinho. Deixa-me arranhar teus lábios e despertas o desejo mais secreto... Roubaste o coração de um poeta, que apenas sabe te amar. Fiz-te anjo do meu amor em palavras... Deixa-me te beijar? Fiz-te dono do meu coração em sonhos... Deixa-me te querer? Fiz-te meu namorado em segredo... Deixa-me te namorar? “O que te fez chorar, meu anjo?”... Eis a curiosidade que temia. Sentiste lágrimas em meus olhos, rolarem sinceras, mas duvidas... Tocaste minh´alma com tua oração, ó anjo doce... Quero a ti! Profanaste um coração ingênuo de menina... Ele é teu agora. Devota-me tua fé, tão linda, tão tua... E apenas me ama agora! Com beijos tão surreais consertas um coração destruído Cuidando de cada um de seus pedaços, rouba a minha dor para ti. E sofre no meu lugar, porque não suporta me ver chorar. Mas fazes me delirar de amor com teu canto belo na madrugada fria. Ah! Não existe mais temor nas conseqüências... Quero cantar só para ti, Intento louco, mas te escutarei declamar seu amor? Como o temo, como temo machucar-te as asas, anjo da minha ilusão. E apenas te ouço, sem ver, sentindo teu toque na tua voz, Sentindo a minha alma na tua alma, o meu amor no teu amor. E tento tocar tua face enquanto dormes, para não te despertar... Sonha! Soprando baixinho em teu pescoço para te provocar... Beijo tua boca! E nesse sonhar tão apaixonado, tentas tocar teu anjo... Apenas tua. Desperta os desejos de quem respira pela alma do poeta... A insanidade domina meu corpo agora... Querer-te é meu pecado? Não escondo mais,dominas meu corpo e coração... Roubar-te-ei para mim! E nesse misto de sonho e realidade declamo-te a poesia que sinto agora! Veste meu espírito com teu amor, doa-o para mim... E apenas te faço meu namorado, secreto, e só meu... Desejo-te Adoro-te Quero-te Amo-te! 05/05/2005 (22:47) May 15 Essa poesia é em homenagem ao meu amigo Altemir, que faz aniversário hj e eu esqueci... Mas Parabéns Alter! Adoro você! =O*Para um amigo que chora
Doce amigo, se a dor toma conta de toda sua alma, agora. Se toda a escuridão que você temia passa a ferir teus olhos. E se as lágrimas condoídas teimam em cair... Escuta o apelo daquela que consegue ouvir teu choro escondido.
Solitário, sei que nenhuma mão caridosa pode te tirar das profundezas. E sua dor aumenta. Por que seu mundo teve que desmoronar agora? Nem toda carícia do mundo consegue te tocar, coração de pedra que chora. E onde está todo o sentido que você dava a sua vida?
Vontade de fugir de tudo. Apenas para esquecer e não doer mais. Responsabilidade... Apenas você será culpado agora. Mas você não tem nenhuma culpa... Está fora de seu alcance. Você ainda tenta, mas até quando vai agüentar?
A vida escorre como grãos de areia por entre seus dedos. Você jamais poderá ter controle algum sobre ela… É o seu horror! Mas se ela se esvair, sua alma se destrói sozinha ali. E você sonha com a vida que levava a pouco, a vida cega e alegre!
E a raiva que você não consegue conter mais? O sangue parece escorrer junto com cada uma das lágrimas. Seu coração tão quente se gela, pois o sofrimento destrói tudo. Palavras tão belas apenas o aquecem por segundos. Não dói agora!
Porém, amigo, eis a palavra amena que teu coração espera. Daquela amiga que queria poder abraçar seu sofrer. Secaria cada uma de suas lágrimas com a doçura de um anjo E roubaria parte de sua dor por não querer te ver sofrer.
Em doces sonos tento reconfortar teu espírito que chora Mas que não posso chegar perto e tenho que soltar tua mão E te ver em queda livre para esse escuro que sua vida se transformou. Não sou teu anjo mais quero te livrar dessa maldição.
Então escuta meu conselho e feche os olhos na hora que doer mais. E tente pensar apenas nas partes que te deixam alegre na vida. A tristeza passa, meu amigo, e lágrimas escorrem com dor. Mas se essa é sua prova ame-a como jamais amou! May 08 Hoje decidi postar o poema q eu mais gostei de todos que escrevi até hj Foi uma tentativa surrealista Tá, eu sei q não deu certo, mas eu tentei Esse é bem novo! =O*Realidade
Lua escondida por detrás das nuvens. Quarto escuro, nada brilha. Estrela de cristal, estrela nova. Pisca. Pisca. Pisca. Mas não ouve Ou será que não vê Rua negra, o quarto está vazio. Andar perdido, som de gargalhadas. Olhar que sangra, mas nem é vivo. Pisca. Pisca. Pisca. Será o sono Ou será que não quer dormir Chuva de água quente, chuva ácida. A janela está fechada Cerre-a agora, estou mandando! Bolinhas de sabão em sua face. Blink. Blink. Blink. Mas porque dura pouco Ou será que não somem jamais Sono, sonho, segredo. Fugir agora, mas não dá mais tempo. A chuva está caindo, agora não pode mais sair. Blink. Blink. Blink. São gotas de chuva no vidro da janela Ou será que o fantasma da realidade também te assombra
10/03/2005 (18:12) May 06 Hj, em homenagem ao aniversário da minha Franguinha (minha irmã, a Juliana) vou postar o poema q ela mais gosta!! Parabéns Ju! =O*Sobre ela
Vou destruir o seu orgulho com meu ódio Vou desmascarar sua face com minha dor Vou fazer de meu sofrimento um show Para fazer doer a sua realidade.
Você se sente poderoso ao mostrar a sua perfeição Enquanto rega a vida dela com sangue e mágoa, Você se diverte com seu mórbido vício, seu prazer sádico De vê-la em constante queda para a escuridão de uma alma destruída
Sua vida brilhante não pode ter sentido para ela. Nunca puderam perceber, mas Lea não é como você e jamais será Você quis que ela crescesse à sua sombra, em sua humilhação Enquanto você ria do tom melancólico das suas palavras mais doces.
Vou destruir o seu orgulho com meu ódio Vou desmascarar sua face com minha dor Vou fazer de meu sofrimento um show Para fazer doer a sua realidade.
Seu senso de justiça condenou-a para sempre a esse modelo bizarro E qual foi o motivo que te levou a condená-la? Ela apenas era o que foi criada para ser Uma marionete de seu egocentrismo sádico, apenas mais um brinquedo.
Os seus jogos conseguem manipulá-la, mas a verdade surge. O niilismo dela ainda te incomoda, ela tinha de ser você. E o isolamento foi inevitável, sua imaturidade pediu isso Você então corrompeu seu coração, e ri ao ver os olhos sem brilho.
Vou destruir o seu orgulho com meu ódio Vou desmascarar sua face com minha dor Vou fazer de meu sofrimento um show Para fazer doer a sua realidade.
Você se diverte ao ver os ataques de loucura da mente insana dessa criança Sua inocência roubada, destruída faziam suas distorções brilharem Você a tornou apenas a sombra de seu prazer doente Manipulou-a com mentiras, mas errou ao encobri-la com um véu fino.
A raiva tocou-a quando o sangue escorreu de suas mãos A marca deixada em seu coração é eterna, a cicatriz sempre vai queimar E ela ainda chora em busca de seu próprio eu Entre os mortos aos quais foi condenada por seu ódio.
Vou destruir o seu orgulho com meu ódio Vou desmascarar sua face com minha dor Vou fazer de meu sofrimento um show Para fazer doer a sua realidade.
E agora você não quer mais falar sobre ela Que apenas passou por seu mundo sem deixar marcas Sobre ela, que você não se lembra por se ocupara apenas do sofrimento. Sobre ela, que odiou sem ter amado. Sobre ela, que foi o seu objeto de manipulação doentia. Sobre ela, que falava o que você não queria ouvir. Sobre ela, que apenas observava o mundo para enxergar a verdade. Sobre ela, que morreu sem ter vivido. Sobre mim.
14/02/03 19hrs May 01 Outra poesia antiga! Mas essa eu refiz outro dia, qdo senti a mesma coisa q na época q ela foi feita! =o*Sou tudo que você teme ser
Confinamento de cristal imaginário. Aposta insana de fuga para a realidade impenetrável. Vida sem qualquer sentido, exterminada por mentiras sem razão. Desgraça atormentada por sonhos inatingíveis, sonhos alheios.
Amigos que não existem sempre riem de um horror sádico. Tortura, exposição, vozes, canções novas... Outra navalha. Lágrimas ácidas corroem toda a face quando escorrem Deixam sua marca, a cicatriz que jamais fecha, a chaga.
Nada faz sentido para aquilo quem não percebe a existência. Apenas a existência, a falta de escolha, o mal vivo. Respiração fraca, segura a garganta apertada, dificuldade implícita. Rosto diferente, olhar estranho, nada parece seguir o seu padrão.
Medo, repulsa, raiva, vingança, asco... A falta de linhas retas faz os olhos doerem e a cabeça cansar. Humanidade estratégica para enganar mentes insanas. Verdades em palavras novas, interpretadas sem novidades.
Sangue doce, lágrimas de açúcar cristal. Lábios rosados escondem olhos sem brilho, olhos da noite. Voz muda, voz séria, voz grave, voz nunca escutada. Entre gritos mudos, tudo começa a fazer sentido.
Seqüência de erros involuntários, erros culpados, seu chorar estridente. Unhas que rasgam os lábios, pois assim o beijo se torna doce. E seu medo maior e mais intenso, o que você ainda não conhece? Lábios machucados contam mais um segredo de volúpia.
Aquilo que jamais poderá amar, nem, se apaixonar. Aquilo que não segue um padrão, aquilo que não tem a beleza. Aquilo que não consegue ver mentira no mundo que vive Sou tudo aquilo que você teme ser.
06/02/2005 (14:38) April 30 Poema escrito esse ano... Foi o mais sentimental q eu já escrevi... Eis q a dark_star foi destruída por esse anjo surreal! Apenas o anjo surreal que desperta o anjo decaído! =o*Anjo Surreal
Anjo meu, anjo que me faz sonhar. Porque não pode estar do meu lado? Sou egoísta, eu sei, por te querer só para mim. Mas, meu amor é ingênuo e infantil E não quero pensar que você não é só meu Anjo puro, anjo doce. Por que não posso te ver apenas como algo intocável? Não sabes como quero tocar tua face! Acariciar seus lábios de uma maneira que te faça sorrir E beijar seu rosto para te ver feliz por um segundo. Brincarei de fugir de seus beijos doces Pecadores em um beijo proibido. Mas nem o céu pode impedir o amor forte Que toma conta do meu coração quando te vejo Minha respiração muda quando sei que você está por aqui Em seu vôo noturno para me ninar. Outra vez vela meu sono Sei que você sabe que eu choro escondido por seu amor Anjo Surreal é você que seca as lágrimas que vertem, Dos olhos de alguém que realmente te ama E senta sob a chuva para tentar curar suas asas destruídas Quebradas por sua bondade te fazer cair do céu Para os braços, tão carentes, de sua amada secreta. Sei de meu erro ao corromper teu amor tão verdadeiro O amor puro dos anjos, como pude te deixar decair? Mas não consigo não te querer, não te querer é impossível. Não posso te ter ao meu lado, mas sei que me visita a noite Senta-se na minha cama e me beija Doce beijo apaixonado, que leva embora os maus sonhos. Provoca-me com carinhos que não posso corresponder E ri a cada sorriso de amor em um sonho perfeito. Quando me pegas ainda acordada Sentada sob a luz da lua a pensar em ti Apenas em ti meu anjo, meu amor. Beija cada uma das minhas lágrimas Não podes imaginar como me deixa feliz apenas a sua presença E me rouba beijos secretos, entre meus sorrisos Os sorrisos que você me tirou quando pude te tocar. E agora vivo só da lembrança de seus beijos Do doce sonho que é teu sorriso Da vontade que eu tenho de provocar, teu lado tentador. Anjo meu, anjo Surreal. Anjo que me protege, anjo que me guia. Anjo que vela meu sono, anjo que me faz sonhar. Anjo que me ama, anjo que me ensina a amar. Anjo que me tenta, querido anjo da tentação. Anjo Surreal povoe para sempre meu sonho. Esse poema é bem recente, quer dizer, mais ou menos... É do final do ano passado, começo desse ano! Esqueci de colocar hora e data de qdo eu terminei =o(Fallen Angel
Eis agora o seu anjo decaído Que agoniza em seu leito de morte O anjo em forma de menina que foi corrompido Pelo amor mais doce e puro que o mundo conheceu Pelo doce amor pelo qual as estrelas brilham. Mas pode o sol queimar as asas do anjo em seu vôo O vôo em busca de seus braços e sua proteção Apenas a lua pode saber desse segredo, destruído com a luz. A luz forte que cega e queima a pureza de um novo amor. Tantas confidências trocadas no escuro dessa ilusão Doces sonhos, doces lembranças Do dia em que pude me deixar apaixonar em um beijo Um beijo único, roubado, secreto, sensível e amedrontado. Eis que rouba um anjo do paraíso, não o permite voltar. Tens o coração de uma menina agora E desperta o desejo de um anjo menina, que não pode te querer. Não peça mais perdão aos céus por seu crime Roubaste um anjo e violaste teu coração Como ousou lutar contra os céus por esse amor proibido? Faz a lua chorar em suas confidencias por não poder tocar teu anjo O anjo que agora morre por não ter mais o amor para viver A luz mais escura que brilha no quarto do anjo de asas quebradas É a mesma luz que o mantém vivo por essa lembrança Não o destrua com mais palavras em vão ou mentiras Roubou seu coração então viva com a culpa Sonhe novamente tê-la em seus braços, num toque de carinho. E só mais uma vez diga seu nome em voz alta Porque sabe que pode te ouvir e suplica por um adeus seu Como o tempo e o espaço te impedem. Jamais sorria em vão para aquele que te deu sua alma E pediu em troca apenas um beijo secreto Domine o pensamento do anjo que agora decaído apenas chora Em seu canto escuro acaricia as próprias asas quebradas O sangue escorre por seu corpo e de seus olhos tristes Não lhe peça mais amor nem perdão apenas o escute chorar O choro de desespero e amargura que invade sua alma Enquanto em seu leito de morte ele grita adeus a sua hipocrisia Que o fez amar e o levou a própria destruição Mas que ele ama com uma profundidade e doçura que podem te ferir Ouça mais uma vez o canto desesperado de um anjo decaído E lembre-se do beijo que me roubaste em segredo Ouça e diga quem é, pois quero ser seu anjo. Que mesmo destruído te ama, te adora e te quer. April 29 Uma das primeiras poesias q eu escrevi se não me engano a versão original dela é de 1999... Época bastante conturbada, foi quando começei a escrever!Black soul
Vivendo em uma mentira eterna O horror de uma vida toda sem sentido Todas as minhas conquistas culminaram no ódio O ódio ensinado pela vida daqueles que sofrem calados
As pessoas a quem devia amar me ensinaram a odiar a mim mesma E conseguiram destruir todo o amor de meu coração dilacerado E a minha alma tornou-se negra como as sombras Sombras disformes que me aprisionam agora
Um coração rasgado, destruído, quebrado em milhões de pedaços Jamais poderá ser consertado, ninguém quer sentir a minha dor A dor na hora mais escura e tenebrosa, que pode me salvar Se for compreendida e destruída em um doce e puro olhar
Gostaria de acreditar que as lágrimas que correm são de amor Mas elas vêm de lugares mais profundos e sombrios Emergem sangrando, corroendo e matando-me Emergem das profundezas de minha alma escura e impura
O tempo corre, é a marcha que toca levando para a morte Enquanto corrompo toda a esperança que ainda me resta Enquanto a inocência acaba, a pureza se degrada E tento me encontrar entre os cacos de vidro que me cortam
Nunca ninguém entenderá esses sentimentos expressos por lágrimas Ninguém pode entender a minha alma corrompida ou a falta de amor A falta de amor de quem não compreende o amor A falta de amor e a paixão de quem busca o próprio fim
Talvez eu nunca encontre a verdade, que não sei nem qual é E continue em meu niilismo cético e hipócrita Tentando resgatar a alma que não me pertence Na louca busca por encontrar a mim mesma entre pedaços destruídos
Tento entender a minha mente ilusória, perdida em meu mundo paralelo Minha mente doentia está morrendo nesse lugar escuro Serei apenas mais um corpo andando sem alma e sem destino Apenas como você.
Não me odeie por falar o que eu sinto. Não me odeie por ser essa niilista hipócrita. Não me odeie por não saber amar. Não me odeie por me apaixonar por meu próprio fim Não me odeie por ser apenas como você! |
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